BLOG “SUB CENSURA”

“Artigo 63 – São transgressões disciplinares:

  • XXIII – promover manifestação contra atos da administração ou movimentos de apreço ou desapreço a qualquer autoridade;
  • XXIV – referir -se de modo depreciativo as autoridades e a atos da administração pública, qualquer que seja o meio empregado para esse fim;”

Solicito a todos que prestem atenção aos mandamentos "legais" acima citados.

Afinal, ainda existem aqueles que acham que eles são superiores ao descrito a seguir:

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Art. 5º - IV:

É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

CALE-SE!


ODEIO PEDÓFILO!!!



disque-denúncia 181


DELEGACIA ELETRÔNICA

  • Furto de veículo;
  • Furto ou extravio de documentos;
  • Desaparecimento ou encontro de pessoas;
  • Furto de placa;
  • Furto de celular.

DELEGACIA ELETRÔNICA


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Publicado no G1


‘Achei que ele ia matar o delegado’, diz policial feito refém por colega

Eduardo Maia conta que nunca havia tido problemas com Uerler Leonardo.
Um dia após o susto, ele participa de solenidade de policiais premiados.

Alícia Uchôa Do G1, no Rio

“Achei que ele ia matar o delegado”, contou o chefe de investigações da 39ª DP (Pavuna), Eduardo Maia, um dia depois de ter sido feito refém pelo inspetor de polícia Uerler Leonardo.

Segundo Maia, depois de ouvir uma discussão entre Uerler e o delegado Ricardo Viana, ele entrou na sala para apaziguar os ânimos e, ao ver o inspetor pegar a arma para ameaçar o delegado, levou-o para o banheiro, que fica nos fundos do cômodo.

“Num primeiro momento, eu não era refém. Levei ele pro banheiro e fechei a porta. Aí ele não me deixou mais sair. Disse que os outros iam matá-lo e ficava repetindo isso. Eu não conseguia pensar em nada. Só ficava estudando os movimentos dele e que reação eu deveria ter em cada hipótese”, lembra o policial, que mal conseguiu dormir à noite, após o episódio.

Nesta sexta-feira (5), Eduardo Maia participa de solenidade no Teatro João Caetano, no Centro do Rio, em que policiais recebem uma premiação da chefia de Polícia Civil.

Piores momentos
De acordo com Maia, Uerler estava muito inquieto, balançava o corpo de um lado para o outro e volta e meia trincava os dentes, fazendo um grunhido. “Nessas horas ele levantava e apontava a arma pra mim. Foram os piores momentos”, desabafa o chefe de investigações.

Ele lembra ainda que recebeu inúmeras ligações em seu celular enquanto era feito refém, mas atendia e dizia que não podia falar. “Minhas filhas, minha mãe, todo mundo desesperado, vendo a notícia na internet e na TV. A sorte é que meu irmão, que estava na delegacia, falava com elas o tempo todo também”, disse.

Motivo da briga
A briga foi motivada pelo descontentamento de Uerler com a escala de plantão na delegacia, para onde havia sido transferido há menos de um mês. O inspetor fora escalado para fazer o plantão na delegacia, sem sair para investigações nas ruas. Na última quarta-feira (3), segundo policiais da 39ª DP, ele havia faltado o trabalho.

“Ele não entendia que, para ficar na delegacia, é preciso ser tão qualificado quanto para ir pra rua. Já tinha trabalhado com ele antes, em outra unidade, e nunca havíamos tido problemas. Ele parecia uma pessoa normal”, contou Maia.

Negociação

A confusão durou quase seis horas. O diretor de polícia da capital, Ronaldo Oliveira, e o diretor do departamento de polícia especializada, Rodrigo Oliveira, foram ao local para ajudar na negociação e convencer o policial a se entregar.

Segundo a polícia, o inspetor já havia sido transferido algumas vezes de delegacias e por isso estaria nervoso e insatisfeito. Ele agora deve passar por exames psicológicos .

Para se entregar, Uerler exigiu a presença de uma equipe de TV e pediu que não saísse algemado. As exigências foram cumpridas.

Posições oficiais

Questionado sobre o ocorrido, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, classificou o episódio de absurdo. “Pessoas assim não estão preparadas para trabalhar na corporação”, disse.

Segundo o governador Sérgio Cabral, Uerler deve ser acompanhado pelo estado.

“Foi um caso isolado, que pode acontecer numa corporação com 11 mil funcionários. Os policiais estão de parabéns, porque o trataram com o respeito e carinho necessários e conduziram bem a situação. Cabe à chefia de Polícia Civil tomar as medidas cabíveis, sejam elas administrativas ou de ajuda psicológica e de saúde”, afirmou.


ABSURDA é a afirmação do Beltrame.

Nós, Policiais, somos massacrados diuturnamente pelos ladrões E pela Administração. Não nos dão meios para bem desempenharmos as nossas funções; nossos salários são de fome; somos discriminados pela Sociedade, em geral, e pela Mídia, em particular. Nossas folgas são ocupadas pelos bicos, se quisermos viver honestamente e pagarmos nossas contas. Dificilmente conseguimos usufruir a companhia de nossas famílias.
Aí, quando finalmente a situação faz o sujeito surtar, vem um POLÍTICO dizer que ele não é preparado para trabalhar na corporação….

SE LIGA, SECRETÁRIO !!!

Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia

1 comment to COISAS DE POLÍTICO

  • É isso mesmo Flávio, olha se a gente pensar bem existem centenas de pessoas no limite… e digo mais, esse episódio aconteceu com colegas de trabalho e me diga quantos não fazem isso na família e a gente nem fica sabendo. Somos massacrados, torturados, cobrados a todo momento e temos que nos virar, pois apoio psicológico, funcional, valorização no trabalho, nem pensar. Só temos que dar, mas receber isso fica para o próximo “desgoverno”.
    PS. Não estou achando que o que aconteceu é certo, mas temos que pensar que isso pode acontecer a qualquer momento, e, perto da gente…

    Grande abraço.

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